quarta-feira, abril 06, 2011

Impotência Sexual




A impotência quase sempre tem cura e para curá-la o homem tem à sua disposição vários recursos que vão desde a psicoterapia até injeções e próteses sofisticadas. A impotência dá medo, mas a recíproca também é verdadeira: medo causa impotência.
Este medo tem enorme base cultural, a impotência sempre foi um assunto cercado de tabus. Mas, o que realmente significa a impotência? é uma disfunção erétil que incapacita o homem a obter ou manter ereções suficientemente rígidas para a penetração vaginal impedindo a satisfação sexual. Alguns urologistas acreditam que, de um modo geral, as causas da impotência são 70% dos casos por problemas psicológicos (atinge 95% dos casos com 20 anos;70% aos 48 anos; 30% entre os 60 e 70 anos) e 30% por problemas orgânicos.
Seja qual for a natureza, orgânica ou psicológica, a impotência tem cura e o primeiro passo para a cura é, obviamente,o diagnóstico correto. Um dos exames realizados para estes diagnósticos é eletroneuromiografia, ou teste de intumescência peniana noturna, realizada com auxílio de um equipamento denominado Rigiscan, em laboratório de sono. Como todo homem tende a ter ereção dormindo, o aparelho mede a sua qualidade e a quantidade durante a fase do sono chamada REM (sigla inglesa para RAPID EYES MOVIMENT, ou movimento ocularrápido). O equipamento possui dois anéis conectados a eletrodos, colocados em volta do pênis, que analisam a qualidade das ereções noturnas e traçam um gráfico completo. Se as ereções espontâneas forem satisfatórias, isto significa que o sangue chega ao pênis e é corretamente represado. O distúrbio, portanto, tem fundo psicológico.
Outro recurso usado para o diagnóstico é o Duplex scan ou ecodoplerpeniano, usado para medir o fluxo arterial e identificar eventuais obstruções no membro masculino.
Não se sabe exatamente por que ocorrem as ereções noturnas e matinais. Determinados especialistas sugerem que a noturna acontece provocada por sonhos eróticos, enquanto as matutinas pelo acumulo de urina na bexiga. Alguns métodos populares é o de tomar sucessivos copos d'água antes de deitar, para acordarem "em ponto de bala" na manhã seguinte. Este método não é certo mas, muitas vezes dá certo, pois a bexiga cheia pode provocar um estímulo nervoso reflexo que favorece a ereção. Outro método menos popular são as injeções intracavernosas (isto é, dentro do corpo cavernoso do pênis) de substâncias como a prostaglandina E1 efentolamina, que aumentam o fluxo sangüíneo das artérias, diminuem o calibre das veias e relaxam a musculatura local, produzindo a ereção. O exame é feito no consultório e o remédio faz efeito em 10 a 20 minutos, quem tem problemas psicológicos responde positivamente a este exame.
Quando a suspeita é a qualidade da musculatura, recorre-se à biópsia do tecido peniano.

Outros fatores orgânicos que podem provocar a impotência.

Entre eles estão:
  • as doenças vasculares, que causam entupimento das artérias e veias, prejudicando a chegada do sangue ao pênis;
  • as patologias que comprometem o sistema nervos, como a Diabetes melitus;
  • a falta do hormônio masculino testosterona, que começa a declinar a partir dos 45 anos de idade, mas é essencial para o funcionamento do mecanismo de ereção;
  • disturbios como o priapismo, que provoca a coagulação do sangue dentro do corpo cavernoso, levando à impotência irreversível.
  • A impotência orgânica pode ainda ser decorrente de rompimento da estrutura, uma espécie de fratura do pênis, devido a acidentes;
  • insuficiência veno-oclusiva, existente quando o corpo cavernoso se enche de sangue mas não distende o bastante para comprimir as veias contra a parede do pênis. Com isso, o sangue não é represado o suficiente para garantira ereção;
  • assimetrias do corpo cavernoso, decorrentes de má formação congênita;
  • o fumo, o álcool e alguns medicamentos também são apontados como prováveis causadores da função erétil.

E as causa psicológicas?

Depois de excluídas as causa orgânicas, o que leva o homem a não conseguir a ereção, principalmente os jovens, é a ansiedade, misturada à insegurança e ao medo de não "cumprir direito o seu papel". O homem é educado para ser "macho" e sua auto-estima está diretamente ligada a sua capacidade sexual. Por isso, quando o homem falha na cama, ele se sente um fracassado. Neste caso o próprio medo do fracasso faz descarregar na corrente sangüínea grande volume de adrenalina, hormônio secretado pela glândula supra-renal que ativa certos neurotransmissores, mas inibe outros, entre os quais aqueles responsáveis pelo mecanismo da ereção.
A falha também pode estar relacionada a dificuldades em criar vínculos afetivos ou ainda a conflitos relacionados à figura paterna. A liberação da mulher moderna também contribui para o aumentar a insegurança do homem.
A impotência causada por problemas psicológicas, especialmente na faixa etária entre os 35 e 40 anos, também podem ser resultados em crises existenciais. Essa é uma fase de reavaliação da vida, da profissão e do casamento. Se ele tem problemas, corre o risco de se tornar depressivo e a depressão leva o homem a comer demais, beber demais e autilizar de drogas ou tranqüilizantes.
Outro fator importante e que pode interferir na ereção, é o medo de contrair AIDS ou mesmo a culpa, nos casos dos homosexuais em relação conflituosa com a sua opção.
Alguns métodos que podem ajudar.
 
  1. PSICOTERAPIA
  2. HORMÔNIOS 
  3. AUTO-INJEÇÃO DILATADORES VIA URETRA
  4. PRÓTESE - GÉIS E CREMES .
  5. ENRIJECIMENTO POR SUCÇÃO 
  6. PRÓTESE
  7. GÉIS E CREMES
  8. ENRIJECIMENTO POR SUCÇÃO
 

Tabagismo



Os números do tabagismo no mundo são alarmantes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, a cada dia, 100 mil crianças tornam-se fumantes em todo o planeta. Cerca de cinco milhões de pessoas morrem, por ano, vítimas do uso do tabaco. Caso as estimativas de aumento do consumo de produtos como cigarros, charutos e cachimbos se confirmem, esse número aumentará para 10 milhões de mortes anuais por volta de 2030.
Ainda segundo a OMS, o fumo é uma das principais causas de morte evitável, hoje, no planeta. Um terço da população mundial adulta – cerca de 1,3 bilhão de pessoas – fuma: aproximadamente 47% da população masculina e 12% da população feminina fazem uso de produtos derivados do tabaco. Nos países em desenvolvimento, os fumantes somam 48% dos homens e 7% das mulheres, enquanto nos desenvolvidos, a participação do sexo feminino mais do que triplica, num total de 42% de homens e 24% de mulheres fumantes.
No Brasil, pesquisa realizada recentemente pelo Ministério da Saúde, por meio do Instituto Nacional de Câncer (Inca), indica que 18,8% da população brasileira é fumante (22,7% dos homens e 16% das mulheres
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Você Sabia?

Que a fumaça do cigarro reúne, aproximadamente, 4,7 mil substâncias tóxicas diferentes e muitas delas são cancerígenas?

• Que o tabagismo está ligado a 50 tipos de doenças como câncer de pulmão, de boca e de faringe, além de problemas cardíacos?
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Que, no Brasil, 23 pessoas morrem por hora em virtude de doenças ligadas ao tabagismo?



 
• Que crianças com sete anos de idade nascidas de mães que fumaram 10 ou mais cigarros por dia durante a gestação apresentam atraso no aprendizado quando comparadas a outras crianças.


  • E ainda causa Impotência Sexual.


Curiosidade Científicas



Se uma pessoa gritasse durante 8 anos, 7 meses e 6 dias, teria produzido energia suficiente para aquecer uma xícara de café…

Em 10 minutos, um furacão produz mais energia do que todas as Armas Nucleares juntas.

A probabilidade de você viver até os 116 anos é de um em 2 bilhões.

É fisicamente impossí­vel lamber o próprio cotovelo.

Um raio atinge uma temperatura maior do que a da superfície do sol.

Os raios se movem com velocidade média de 246 km/s para descargas com polaridade positiva e 304 km/s para as descargas de polaridade negativa.

No núcleo do sol, a cada segundo, 600 milhões de toneladas de hidrogênio se convertem em héio.

Um pedaço de uma estrela de neutrons do tamanho de uma cabeça de alfinete pesaria um milhão de toneladas.

O eco que ouvimos em certas ocasiões é devido à repetição de um som pela reflexão da sua onda sonora.

O grafite do lápis e o diamante possuem a mesma forma química e se diferenciam unicamente pela estrutura cristalina.

Macarrão Com Atum

A receita é simples e fácil,você pode escolher o macarrão da sua preferencia e adicionar ingredientes que quiser para dar um ''toque'' a mais na receita.


Ingredientes:

1 tablete de caldo de carne
1 cebola picadinha
2 colheres de margarina
3 tomates picados sem sementes
1 lata de atum
1 lata de ervilhas
1 xícara (de chá) de maionese
2 xícaras (de chá) de leite
Queijo parmesão ralado
Salsinha picadinha
Modo de preparo:

Coloque a margarina numa frigideira, frite a cebola, coloque os tomates, e o caldo de carne esfarelado. Deixe por 2 minutos até dissolver, desligue e reserve este molho. Cozinhe um pacote de macarrão e coloque num refratário. Adicione o molho reservado, o atum, a salsinha, a ervilha, a maionese e o leite. Misture bem. Polvilhe com queijo ralado.
Cubra com papel alumínio e leve ao forno por 20 minutos.

Saúde Infantil


                                   Segundo dados da Organização Mundial da Saúde:
  • 42 de cada 100 crianças nascidas morrem no primeiro ano de vida.
  • 9 de cada 12% das crianças com menos de 5 anos de idade sofrem de com a desnutrição.
  • Os brasileiros com mais de 25 anos de idade estudam em média duarnte apenas 3,5 anos.
Somente o profissonal médico pode prescrever o tipo de alimentação que seu filho necessita: amamentação materna, artificial, pastosa e sólida, além da época em que tais alimentos devem ser introduzidos ao bebê.
Não há Saúde sem nutrição adequada. Cada idade da criança requer um conjunto de nutrientes, dosados e balanceados. A otimização da alimentação infantil muitas vezes conflita com crenças, modismos, erros culturais das famílias, mitos e inverdades que se firmaram através dos tempos.
Cabe ao Pediatra, e só a ele, orientar a alimentação adequada para cada criança que atende.
Amamentação Materna
A mais moderna ação de saúde da Puericultura é também a mais ancestral. Representa uma volta às origens.
Ninguém hoje mais duvida das qualidades da amamentação, quer para salvar vidas e diminuir Mortalidade Infantil em áreas pobres – às vezes muito perto de nós – quer para manter um estado ideal de bem estar físico e emocional que vemos na mãe que amamenta e no bebê que é amamentado.
                                                         Doenças infantis mas frequentes

  • Cólicas
Na prática, a cólica é frequentemente caracterizada apenas pelo choro sem motivo aparente.

Acontece que o choro é uma ferramenta, normal e fisiológica, de comunicação, usada pelo lactente nos seus primeiros meses de vida.
A etiologia da cólica do lactente, que já é conhecida pelos pediatras há mais de um século, continua a representar um enigma. Diferentes causas que podem ser aditivas, mas frequentemente são contraditórias, têm sido aventadas, e estas podem ser dividas em gastrintestinais e não gastrintestinais. A cólica pode ser uma variante normal e estaria relacionada a uma imaturidade fisiológica. É curioso notar que os prematuros tem o mesmo padrão de choro e de cólicas, e que atingem o pico com 6 semanas de idade gestacional, isto é, a mesma dos lactentes a termo.
Temperamento da criança, ansiedade dos pais (que pode ser agravada por inexperiência e falta de apoio), depressão materna, personalidade da mãe, problemas na dinâmica familiar e possibilidade de sequelas emocionais são aspectos que já foram levantados e apaixonadamente debatidos.

  • Gripe
O resfriado pode ser causado por diversos vírus, geralmente provocando leve irritação na garganta, coriza, febre baixa e tosse. Os sintomas são mais amenos do que nos quadros gripais. Já a gripe, causada pelo fírus influenza, além de manifestar sintomas mais graves de irritação na garganta, tosse frequente e obstrução nasal, habitualmente vem acompanhada de febre alta, dor de cabeça, dores musculares, mal-estar generalizado e calafrios frequentes.
A forma mais comum de infecção é através de gotículoas no ar, passando de uma pessoa a outra. O vírus da gripe é altamente contagioso e, portanto, altamente transmissível.
Sim. Embora, frequentemente, seja considerada uma doença trivial, a gripe pode ter um impacto devastador. A história registra vários surtos. A ação do vírus pode causar sérias complicações, principalmente em crianças, idosos, pessoas imunocomprometidas e doentes crônicos.
As complicações são muito frequentes, especialmente em pessoas que já possuam outras enfermidades, como diabetes, doenças pulmonares ou cardíacas crônicas e aqueles com função imune reduzida, como crianças e idosos. A gripe pode causar sérias complicações que podem ser fatais como a pneumonia.
  • Otite
 bactéria Streptococcus pneumoniae, frequentemente está presente no fundo do nariz da criança (rinofaringe), sem causar a doença, fazendo parte da flora natural do organismo. As crianças que frequentam creches, escolinhas ou locais de aglomeração com outras crianças, estão mais sujeitas a disseminação e exposição destas bactérias, podendo adquirir doenças pneumocócicas. A mais comum delas é a otite média aguda, inflamação do ouvido médio.

As infecções de ouvido estão entre as doenças que ocorrem com maior frequencia em crianças de baixa idade, tendo o Streptococcus pneumoniae como um dos principais causadores.
Nos Estados Unidos, aproximadamente 7 milhões de crianças são acometidas de otite média. Cerca de 80% das crianças, apresentam pelo menos um episódio de otite média até os 5 anos de vida. O sintoma mais comum da otite média é a forte dor no ouvido, causando extremo sofrimento para as crianças e seus familiares.
O tratamento da otite média se faz através do uso de antibióticos indicados pelo pediatra.
A utilização de antibióticos vem crescendo gradativamente, devido ao alto índoce de diagnósticos de otite média aguda nos consultórios pediátricos. O uso frequente e indiscriminado de antibióticos pode fazer com que a bactéria desenvolva resistência aos mesmos, reduzindo a eficácia do tratamento, permitindo a cronificação da doença.
Casos repetitivos de episódios de otite, podem resultar em complicações como poerda da audição, dificuldades no aprendizado e atrasos no desenvolvimento da fala. Com essas complicações pode ser necessário um tratamento cirúrgico, com o intuito de reverter a situação.
Uma alternativa para minimizar as repetições de otite média, entre outras infecções pneumocócicas e a utilização exagerada de antibióticos, pode ser a prevenção, na qual as vacinas ocupam destacado papel.
  • Anemia

Anemia é uma das situações clínicas mais frequentes na prática médica. Embora muitas pessoas considerem a terminologia como sendo uma doença, ela nada mais é do que um dado laboratorial que se obtém no hemograma.
A dosagem da proteína hemoglobina é o que baliza a definição de anemia, e valores abaixo do esperado no paciente, respeitando-se as suas características de sexo e idade, atestarão se existe ou não uma anemia.
Palidez e irritação são sintomas de anemia
A criança muda de comportamento. Comia bem, já não come mais. Está pálida, desanimada, sempre com sono ou irritada. Os sintomas podem indicar uma anemia e precisam ser investigados. Primeiro para afastar doenças mais graves. Um exame clínico apurado, associado ao relato do histórico de vida da criança e exames de sangue darão o diagnóstico exato para a definição do tratamento. A queda do número de glóbulos vermelhos e também a queda na taxa de hemoglobina no sangue (a substância que dá cor aos glóbulos vermelhos). As anemias se dividem em hereditárias (defeito congênito como a Talassemia e Anemia Falciforme) e as adquiridas.
Entre as anemias adquiridas estão a anemia ferropriva (falta de ferro), e anemia fólicopriva (falta de ácido fólico) e deficiência de vitamina B12. Entre elas, a anemia fólicopriva e a causada por deficiência de B12 são raríssimas em crianças.
"Nas crianças, a anemia mais comum é a ferropriva, que pode estar associada a alguns fatores. O parto prematuro é um deles, porque a cota de ferro é armazenada criança no último trimestre da gravidez. Se a criança nasce de oito meses, deixou de adquirir um mês de ferro da transferência da placenta, o que faz os prematuros terem mais chances de adquirir anemia carencial, que começa antes dos seis meses", explicam a Dra. Maria Filomena e o Dr. Guidetti.
A mesma tendência pode ser verificada entre gêmeos, por conta da distribuição de ferro que pode ser maior para uma das crianças e entre mães com muitas gestações, e muito próximas, nesses casos as mais novas propensas à anemia carencial, já que não houve tempo para reserva de ferro. No entanto, mães anêmicas não têm, necessariamente, filhos anêmicos.
Quando o nível de hemoglobina cai muito no sangue, existe o comprometimento das atividades da criança, que pode ter alterações de frequência cardíaca, sopro no coração, falta de ar quando brinca um pouquinho, tudo pela deficiência no transporte do oxigênio pelo corpo, já que os glóbulos desempenham essa função.
Para confirmar o diagnóstico, os médicos destacam como prioritário o conhecimento da história da criança, para confirmar se ela tem uma deficiência aimentar, e avaliar a qualidade da sua dieta, ou se ela tem algum outro tipo de problema que comprometa a absorção de ferro pelo organismo.
"Algumas crianças podem ser alérgicas ao leite de vaca, e essa alergia só se manifesta através de uma diarréia. Nesse caso, a criança não tem boa absorção por causa de uma proteína do leite a lactose", relatam.
Depois de conhecer o histórico da criança, os médicos utilizam o exame clínico em busca de descoramento de mucosas, manchas roxas, alterações dos gânglios e aumento de fígado e baço, que sinalizam outro diagnóstico.
Os exames complementares são o hemograma, que revela o total de glóbulos vermelhos, hemoglobina, plaquetas, leucócitos e dosagem de ferritina, para medir o estoque de ferro no corpo e a dosagem de ferro circulante no momento da coleta. Caso existam dúvidas - se os pais são descendentes de italianos e povos mediterrâneos ou negros - é pedido o exame de eletroforese de hemoglobina para afastar anemia congênita, que pode estar associada à anemia carencial.

terça-feira, abril 05, 2011

Hipertensão




No dia 26 de Abril é lembrada a importância da atenção à saúde voltada à prevenção da Hipertensão arterial sistêmica, doença crônica não-transmissível mais relatada (14%) pelos participantes do PNAD de 2008 A  principal ação na prevenção e no tratamento da doença é a redução da quantidade de sal na preparação e na adição (através do saleiro de mesa) aos alimentos. No organismo, o sal tende à reter líquidos, o que eleva a pressão e pode levar a complicações, como a doença cardiovascular, doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca, insuficiência renal crônica e doença vascular de extremidades. Segundo as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão, 27,4% dos óbitos no Brasil, em 2003, foram causados por doenças cardiovasculares (Hipertensão definida como valores acima de 140mmHg).
Os fatores de risco para a Hipertensão são a Obesidade, a Idade, Álcool, Sedentarismo, Sexo, Etnia, Fatores Socioeconômicos e a Alimentação rica em sal.
No tratamento da Hipertensão, é necessário mudança no estilo de vida, como Controle do Peso através de prática regular de atividade física e mudança nos Padrões Alimentares.
Preconiza-se também a adoção da Dieta DASH (Dietary Approachs to Stop Hypertension), que enfatiza o consumo de frutas (4-5 porções), hortaliças (4-5 porções), alimentos integrais, leite desnatado e substitutos (2-3 porções), quantidade reduzida de gordura saturada e colesterol, maior quantidade de fibras, potássio, cálcio e magnésio. A dieta, associada com a redução do uso do sal, evidencia melhora nos níveis pressóricos de indivíduos hipertensos.
A ingestão máxima recomendada de sal por dia/ por pessoa era de 2 gramas, passando agora para 6 gramas diárias, correspondendo à 4 colheres de café rasas (cada uma contendo 2g de sal) adicionadas aos alimentos. O brasileiro, de acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) (2002/2003), ingere 4,5 gramas por dia, excedendo em mais de duas vezes o recomendado naquela época (2g/dia). O sal de adição foi o principal fator que elevou o consumo no dia, principalmente aquele que é adicionado à água de cocção e ao alimento pronto.
No dia 26 de Abril, o Ministério da Saúde publicou uma notícia afirmando, que 24,4% dos brasileiros sofriam de Hipertensão. A pesquisa foi realizada com 54 mil adultos entre 2006 e 2009 e o maior percentual de hipertensos ficou entre os idosos (63,2%).
Uma alternativa para a redução do sal de adição é a utilização de limão, alho, cebola, ervas, cebolinha, manjericão, entre outros alimentos como temperos. Outros alimentos ricos em sódio também devem ser evitados: temperos industrializados, molhos prontos, embutidos, frios, conservas, enlatados, congelados, salgados e defumados.
A frequente monitorização da pressão arterial é indicada, para que se possa avaliar o risco para a Hipertensão e se possa o quanto antes, preveni-la e tratá-la. Ao se adotar um Estilo de Vida mais saudável, fazendo escolhas conscientes na sua alimentação, as doenças crônicas não-transmissíveis, como a Hipertensão, pode diminuir de força e ser cada vez mais rara entre a população. Este dia é importante, pois mostra a gravidade da situação atual e ensina que para melhorar a saúde é necessário a adoção de novas práticas na cozinha, desde a preparação até o consumo dos alimentos.
A Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio Grande do Sul (SOCERGS) promove no dia da Hipertensão uma ação comunitária pelo Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial nas dependências do Lindóia Shopping, a partir das 14 horas (Av. Assis Brasil, 3522, bairro Jardim Lindóia). Outro evento ocorre na Prefeitura de Mesquita, às 10 horas, na Praça Elisabeth Paixão, em Santos.

Diabetes


O halter é mais do que um instrumento em prol do vigor e da beleza. Peça básica das academias, ele também dá uma força e tanto para domar o mal que eleva a glicose na circulação. É o que comprova um trabalho da Universidade do Estado da Louisiana, nos Estados Unidos. Lá, cientistas separaram 262 diabéticos do tipo 2 em dois grupos: um se concentrava nas práticas aeróbicas, como a corrida; já outro aliava as passadas a exercícios anaeróbicos — a famosa musculação. Após nove meses, os pesquisadores averiguaram o índice de açúcar dos últimos 90 dias. Entre os que adotaram a combinação, houve uma redução de quase 7% nesses níveis, o dobro em relação à outra turma. “Estudos feitos com remédios mostram diminuição semelhante”, diz Carlos Eduardo Barra Couri, endocrinologista da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, no interior do estado.

Além disso, o aumento no uso de medicamentos ficou em torno de 18% nos participantes que fizeram o treino duplo, contra 22% em quem se limitou às pedaladas. “Aparentemente, atividades aeróbicas e resistidas são complementares, porque mexem com mecanismos diferentes no corpo”, ressalta o fisiologista Timothy Church, que assina o estudo. Na hora de tirar um peso do chão, a via utilizada pelo organismo para conseguir energia é diferente da empregada em uma caminhada. “A atividade anaeróbica tende a usar glicose, enquanto a aeróbica se vale, dependendo da duração, mais da gordura”, esclarece o educador físico William Komatsu, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp.

Não custa reforçar: é a mistura entre supino e esteira que traz melhores resultados. Isso porque, se por um lado erguer barras pesadas torra glicose aos montes, são as passadas largas e rápidas que diminuem a barriga. “E o acúmulo de gordura na região abdominal prejudica o trabalho da insulina”, explica Marisa Passarelli, fisiologista do Laboratório de Lípides da USP. Se esse hormônio não funciona corretamente, a glicose fica fora das células e, logo, sobra nas artérias. Mais do que esvaziar os pneus da cintura, esportes como a natação condicionam o sistema cardiovascular. Isso, além de facilitar o trabalho da insulina, serve como proteção contra infartos e afins. “Problemas no coração são, disparado, a principal causa de morte entre diabéticos”, reforça Nabil Ghorayeb, médico do esporte e cardiologista do Hospital do Coração, na capital paulista.

Para se valer dos benefícios dessa união, no entanto, é importante visitar a sala de ginástica com frequência. Em contrapartida, exagerar na malhação é um tiro pela culatra (saiba o porquê no quadro acima, à esquerda), especialmente para quem tem diabete e, portanto, necessita de cuidados antes de pôr o calçado esportivo. Um deles, aliás, é usar tênis adequados e meias para evitar feridas nos pés que podem passar despercebidas e, então, culminar em problemões (observe na lista ao lado outras medidas essenciais). Desde que tudo esteja em ordem, tenha certeza: qualquer academia é bem-vinda aos diabéticos em busca de uma vida saudável.
NADA DE EXCESSOS!Os níveis de açúcar de quem não maneira na atividade física ficam instáveis. Em alguns casos, caem drasticamente, gerando hipoglicemia. Em outros, são catapultados. “A sobrecarga pode aumentar a presença de hormônios como a adrenalina, que estimulam a descarga de glicose na circulação”, atesta William Komatsu, da Unifesp. Esse quadro, se mantido por muito tempo, afeta os vasos sanguíneos.